Minha experiência com o Adoração Profética 6
Rio de Janeiro, 26 de maio de 2009
Escrevi em meu diário pessoal um pouquinho das experiências que tive ao gravar o nosso novo projeto da Série Adoração Profética: “A Esperança Vive”.
Confesso que estou completamente apaixonada por este trabalho…
Cada canção foi gerada entre meados de 2007 e ao longo de 2008, com exceção de “Os Sonhos voltaram”, “Não temas” e “Nada me faltará” – que são o resultado de uma madrugada completa adorando, neste ano de 2009.
Carrego super vivas na memória as circunstâncias que eu mesma vivi (como sempre!) e que fizeram nascer não apenas as canções, mas os milagres que recebi. Comigo é sempre assim: vivo pra ter que possuir autoridade pra cantar. De outra forma nem sei compor.
Vai, então, a seguir, esta breve narrativa escrita durante nossos dias na Europa.
Durante a ministração profética de ontem, em Lisboa, e quando estive adorando ao longo da madrugada, um pensamento me ocorreu sobre o teor das músicas que gravamos agora no AP6 – A Esperança Vive.
Vi que, realmente, as guerras – dores – pressões – angústias – provas, são um combustível para o profeta, para que sejamos experimentados e vívidos nas experiências de superação, liberação de perdão, manifestação de amor puro e limpo, capacidade de não perder a inocência e ao mesmo tempo, amadurecer; desenvolver a característica de ser resiliente e manter o fogo da paixão pelo chamado alta, acesa, incandescente…
Se eu não houvera passado por todas as situações dificílimas pelas quais passei, não acredito que poderiam nascer as canções carregadas de vida, de autoridade para falar e ministrar sobre os temas que cada uma delas possui.
Tenho – eu mesma –sido profundamente ministrada por CADA UMA DELAS. To rindo por dentro, escrevendo isso dentro deste vôo enquanto ouço as músicas no iPod, porque é como se eu estivesse precisando ouvir estas canções. Como se eu pudesse verdadeiramente dizer: “– Este CD foi feito pra mim!!!!
Com amor,
Pra Ludmila Ferber
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